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Terremoto de magnitude 6.9 atinge a costa do Japão, diz USGS

Um terremoto de magnitude preliminar 7.3, depois rebaixada para 6.9, atingiu o norte do Japão na última quinta-feira, diz a Agência Meteorológica Japonesa. O tremor gerou um tsunami que atingiu a costa do Pacífico. Ao tremor foi dado, inicialmente, uma magnitude de 7.3, porém já caiu para 6.9, de acordo com a U.S. Geological Survey (USGS).

O terremoto teve como epicentro a costa de Fukushima, mas foi sentido até mesmo em Tóquio. Depois dele, uma tsunami de 60cm foi observada no Porto Onahama, em Fukushima. Além disso, outra tsunami de 90cm foi avistada em Soma, de acordo com a NHK. Essa região é a mesma devastada em 2011 por um outro tsunami. As agências de segurança agora alertam para a possibilidade de ondas de até 3 metros.

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Entre os feridos pelos tremores está uma mulher que teve ferimentos na cabeça, causados pela queda de louças durante o terremoto. Terremotos desse tipo são comuns no Japão, com o país sendo responsável por 20% de todos os terremotos que ocorrem no mundo com magnitudes superiores a 6. Em 11 de março de 2011, o país presenciou o terremoto mais grave de sua história. O tremor atingiu magnitude 9, e causou a maior crise nuclear da história mundial desde Chernobyl.

A Tepco, agência de energia elétrica de Tóquio, confirmou em seu site que o terremoto não causou qualquer dano nas plantas da companhia, ainda que tenham sido registradas quedas de luz em algumas regiões. As televisões japonesas mostraram imagens de navios deixando os portos de Fukushima após os sinais de alerta lançados para a possibilidade de tsunamis.

De acordo com oficiais do corpo de bombeiros de Iwaki, avistou-se uma pequena nuvem de fumaça em um complexo petroquímico da cidade. Mas ela se extinguiu por conta própria. Não foram dados mais detalhes sobre o ocorrido, e os oficiais da cidade dizem que o local não apresentou maiores problemas. Todas as plantas nucleares ameaçadas pela possibilidade de tsunamis foram desligadas, e apenas dois reatores seguem funcionando no Japão, ambos na parte sudeste do país.

Fonte: CNBC

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